
RESUMO
“GRAÇA SALVADORA EM ROMANOS: ENTENDIMENTO DAS DOUTRINAS DA GRAÇA À LUZ DA EPÍSTOLA PAULINA”
Carlos Geovane
Este resumo aborda três das cindo doutrinas explanadas por João Calvino. Serão privados, intencionalmente, os dois pontos mais complexos e, por isso, debatidos: Expiação Limitada e Graça Irresistível. Não obstante, serão desenvolvidas as idéias de Depravação Total, Eleição Incondicional (terceiro mais debatido) e Perseverança ou Segurança dos Santos.
A Depravação Total pode ser explicada da seguinte maneira: uma vez que os homens se corromperam, oferecendo as costas aquele que os fez, o criador deles, então, resolveu castigá-los com a morte, ou seja, os puniu com a separação de Sua glória. A humanidade, por isso, se encontra em trevas, de modo que, por haverem escolhido tal lugar ao invés de Deus, este os rejeitou condenando-os ao inferno, lugar preparado para Satanás e seus anjos. Por esta causa, o ser humano se encontra incapaz de chegar a Deus, afinal, está cego nas trevas, e, por isso, não consegue enxergar a luz de Deus em meio à escuridão (Rm 3.9-18).
Por Eleição Incondicional, entende-se que o Senhor resolve agir de misericórdia para com alguns da raça caída, selecionando-os para a Salvação do lago de fogo e, por conseguinte, levando-os para o Reino do Filho do Seu amor. Deus, simplesmente pela sua bondade intrínseca, elegeu algumas pessoas para o céu, ao passo que deixou os outros seguirem os seus próprios caminhos. Se, por acaso, o Pai eterno não interferisse na Salvação da humanidade, eles, consequentemente, teriam permanecido a caminho do inferno devido à cegueira espiritual que os cercava. O Salvador não foi injusto para com os demais, mas, sim, bondoso e misericordioso em relação aos que foram eleitos pelo beneplácito da Sua vontade (Rm 9.11-18).
A Perseverança dos Santos, por sua vez, pode ser explanada assim: Tais eleitos são preservados por Deus para não decaírem da graça. É como se o Senhor os segurasse em Suas mãos, fazendo com que os seus escolhidos jamais caiam dela. Como sempre estarão seguros, os salvos perseverarão até o fim de suas vidas, podendo, é claro, desviar-se dos caminhos santos por conta da sua velha natureza que ainda habita neles. Todavia, eles, não passarão muito tempo afastados do Senhor, e antes de falecerem, voltarão ao Salvador, sendo, portanto, salvos da ira. Àqueles, que afirmam que viverão em pecado por conta de sua segurança, demonstra claramente que não está perseverando, evidenciando, assim, que não pertencem aos santos, os quais são conhecidos pelos seus frutos (Rm 8.30-39).
As doutrinas da graça não podem ser esquecidas pelos teólogos atuais, os quais dizem já estarem saturados destes princípios, debatidos desde Agostinho. Lembrar da TELIP é não esquecer que heresias surgem frequentemente e atacam fortemente tais preceitos. Apelações têm substituído apelos nos cultos. O livre-arbítrio vem sendo cada vez mais apregoado entre os cristãos. É responsabilidade dos servos de Deus estudarem com afinco as Escrituras, a fim de esmiuçarem minuciosamente as complexidades que a mesma possui para, então, lecionarem de maneira eficaz a Palavra de Deus.
“GRAÇA SALVADORA EM ROMANOS: ENTENDIMENTO DAS DOUTRINAS DA GRAÇA À LUZ DA EPÍSTOLA PAULINA”
Carlos Geovane
Este resumo aborda três das cindo doutrinas explanadas por João Calvino. Serão privados, intencionalmente, os dois pontos mais complexos e, por isso, debatidos: Expiação Limitada e Graça Irresistível. Não obstante, serão desenvolvidas as idéias de Depravação Total, Eleição Incondicional (terceiro mais debatido) e Perseverança ou Segurança dos Santos.
A Depravação Total pode ser explicada da seguinte maneira: uma vez que os homens se corromperam, oferecendo as costas aquele que os fez, o criador deles, então, resolveu castigá-los com a morte, ou seja, os puniu com a separação de Sua glória. A humanidade, por isso, se encontra em trevas, de modo que, por haverem escolhido tal lugar ao invés de Deus, este os rejeitou condenando-os ao inferno, lugar preparado para Satanás e seus anjos. Por esta causa, o ser humano se encontra incapaz de chegar a Deus, afinal, está cego nas trevas, e, por isso, não consegue enxergar a luz de Deus em meio à escuridão (Rm 3.9-18).
Por Eleição Incondicional, entende-se que o Senhor resolve agir de misericórdia para com alguns da raça caída, selecionando-os para a Salvação do lago de fogo e, por conseguinte, levando-os para o Reino do Filho do Seu amor. Deus, simplesmente pela sua bondade intrínseca, elegeu algumas pessoas para o céu, ao passo que deixou os outros seguirem os seus próprios caminhos. Se, por acaso, o Pai eterno não interferisse na Salvação da humanidade, eles, consequentemente, teriam permanecido a caminho do inferno devido à cegueira espiritual que os cercava. O Salvador não foi injusto para com os demais, mas, sim, bondoso e misericordioso em relação aos que foram eleitos pelo beneplácito da Sua vontade (Rm 9.11-18).
A Perseverança dos Santos, por sua vez, pode ser explanada assim: Tais eleitos são preservados por Deus para não decaírem da graça. É como se o Senhor os segurasse em Suas mãos, fazendo com que os seus escolhidos jamais caiam dela. Como sempre estarão seguros, os salvos perseverarão até o fim de suas vidas, podendo, é claro, desviar-se dos caminhos santos por conta da sua velha natureza que ainda habita neles. Todavia, eles, não passarão muito tempo afastados do Senhor, e antes de falecerem, voltarão ao Salvador, sendo, portanto, salvos da ira. Àqueles, que afirmam que viverão em pecado por conta de sua segurança, demonstra claramente que não está perseverando, evidenciando, assim, que não pertencem aos santos, os quais são conhecidos pelos seus frutos (Rm 8.30-39).
As doutrinas da graça não podem ser esquecidas pelos teólogos atuais, os quais dizem já estarem saturados destes princípios, debatidos desde Agostinho. Lembrar da TELIP é não esquecer que heresias surgem frequentemente e atacam fortemente tais preceitos. Apelações têm substituído apelos nos cultos. O livre-arbítrio vem sendo cada vez mais apregoado entre os cristãos. É responsabilidade dos servos de Deus estudarem com afinco as Escrituras, a fim de esmiuçarem minuciosamente as complexidades que a mesma possui para, então, lecionarem de maneira eficaz a Palavra de Deus.
