Passagens como: Lc 1.35; Mt 3.15-16 e 2Co 13.13 (ou 13.14 em algumas versões) nos mostram esta idéia tão sobrenatural e complexa de se aceitar. A trindade, apesar de não ser mencionada nas Escrituras com tal nome, é, não obstante, vista em muitas outras passagens além destas: Jo 15.26; At 7.55; Ef 2.18; etc. Esta é mais uma doutrina maravilhosa de se contemplar da Palavra de Deus.
terça-feira, 28 de abril de 2009
O homem jamais poderá compreender a Trindade. No entanto, ninguém nunca provará que a mesma não existe, uma vez que existe várias referências nas Escrituras que comprovam a existência de um ser pessoal, dividido em três funções: Pai, Filho e Espirito Santo. Talvez a analogia mais próxima da realidade deste ser que poderiamos usar seria a do sol; a maior estrela do universo possui forma arredondada, uma luz de um brilho singular e uma temperatura de altissimo grau.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Os decretos de Deus

Antes de mais nada, este, na minha opnião, é o assunto mais complexo da teologia. Quando paramos para entender este assunto, simplesmente, não entendemos. É sobremodo complexo para nós, humanos de mente finita, compreendermos que tudo o que acontece, só acontece porque Deus preordenou. Outrossim, é dificil aceitar que o motivo para tal método foi a Sua vontade, a qual tem como próposito glorificar a sí mesmo.
É deveras complicado explicar que Deus decretou tudo e, mesmo assim, o homem ainda é responsável pelo que faz. Não obstante, existe uma forma de aceitar esta ideologia: assumindo que tudo isto se resume a um antinômio. Todavia, não é debalde que pessoas estudam bastante, uma vez que este tema é debatido, até mesmo, entre doutores em teologia. E, visto ser um tanto quanto interessante labutar para chegar a uma conclusão plausivel, cabe aos estudiosos esmerar-se para adotar uma posição firmada sobre um embasamento forte, para assim não ensinar nada que venha a ser equivocado para outras pessoas.
terça-feira, 14 de abril de 2009
É impressionante como alguns homens possuem fé suficiente para serem ateus. Eles olham para o sol, para a lua, para árvores, enfim, enxergam de perto toda a natureza e, mesmo assim, conseguem não raciocinar de modo a crer que alguém os criou.
Uns dizem que tudo veio do nada. Outros afirmam que uma explosão gerou todo o universo. No entanto, mesmo que assumamos que um simples átomo causou tudo isso, é necessário indagar quem pôs tal átomo naquele instante, naquele lugar para aquele propósito.
Devido a cultura atual valorizar tanto a independência ou liberdade do ser, os homens buscam cada vez mais serem livres negando a existência de um Deus criador de todas as coisas. Tais homens serão indesculpaveis diante de Deus futuramente. (Rm 1-2)
Uns dizem que tudo veio do nada. Outros afirmam que uma explosão gerou todo o universo. No entanto, mesmo que assumamos que um simples átomo causou tudo isso, é necessário indagar quem pôs tal átomo naquele instante, naquele lugar para aquele propósito.
Devido a cultura atual valorizar tanto a independência ou liberdade do ser, os homens buscam cada vez mais serem livres negando a existência de um Deus criador de todas as coisas. Tais homens serão indesculpaveis diante de Deus futuramente. (Rm 1-2)
terça-feira, 7 de abril de 2009
É interessante observar os princípios da canonicidade, tanto do Antigo, quanto do Novo Testamento. Tais princípios norteia-nos a uma visão mais detalhada do processo que foi ultilizado pelos pais da igreja, além de sua metodologia, a qual, apesar de não ser tão simples, é suficiente para crermos na inerrancia das Escrituras.
O Sínodo de jaminia reconheceu oficialmente os livros canônicos do Antigo Testamento em 90 d.C. Em relação a canonicidade do Novo Testamento, pesou os escritos dos apóstolos, os quais possuiam a mesma autoridade dos profetas. O testemunho do Concílio de Cartago em 397 reconheceu que o cânon completo já existia.
No que diz respeito aos livros apócrifos, há três razões pelas quais os mesmos não foram reconhecidos como divinamente inspirados: nunca fizeram parte do cânon hebráico, nunca foram citados por Jesus e nenhuma ramo da igreja aceitou-os como canônicos por 1600 anos.
O Sínodo de jaminia reconheceu oficialmente os livros canônicos do Antigo Testamento em 90 d.C. Em relação a canonicidade do Novo Testamento, pesou os escritos dos apóstolos, os quais possuiam a mesma autoridade dos profetas. O testemunho do Concílio de Cartago em 397 reconheceu que o cânon completo já existia.
No que diz respeito aos livros apócrifos, há três razões pelas quais os mesmos não foram reconhecidos como divinamente inspirados: nunca fizeram parte do cânon hebráico, nunca foram citados por Jesus e nenhuma ramo da igreja aceitou-os como canônicos por 1600 anos.
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