É interessante observar os princípios da canonicidade, tanto do Antigo, quanto do Novo Testamento. Tais princípios norteia-nos a uma visão mais detalhada do processo que foi ultilizado pelos pais da igreja, além de sua metodologia, a qual, apesar de não ser tão simples, é suficiente para crermos na inerrancia das Escrituras.
O Sínodo de jaminia reconheceu oficialmente os livros canônicos do Antigo Testamento em 90 d.C. Em relação a canonicidade do Novo Testamento, pesou os escritos dos apóstolos, os quais possuiam a mesma autoridade dos profetas. O testemunho do Concílio de Cartago em 397 reconheceu que o cânon completo já existia.
No que diz respeito aos livros apócrifos, há três razões pelas quais os mesmos não foram reconhecidos como divinamente inspirados: nunca fizeram parte do cânon hebráico, nunca foram citados por Jesus e nenhuma ramo da igreja aceitou-os como canônicos por 1600 anos.
terça-feira, 7 de abril de 2009
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