terça-feira, 26 de maio de 2009


O Espírito Santo é uma pessoa
A crença na personalidade do Espírito Santo é uma das características da fé cristã. Esta crença deriva do exame preciso e cuidadoso de passagens bíblicas, e contrasta com a noção explicada por muitas seitas. Algumas seitas apresentam o Espírito Santo como sendo: uma influência impessoal, uma força ou uma energia.
A Palavra de Deus, entretanto, nos revela que o Espírito Santo é uma pessoa porque Ele possui uma mente, vontade e emoções:

INTELECTO
A palavra intelecto está associada à inteligência. Uma pessoa inteligente é aquela que possui a capacidade de compreender ou habilidade para resolver situações problemáticas novas, mediante a reestruturação dos dados perceptivos; é a pessoa que raciocina bem. Encontramos na Bíblia diversas referências que deixam bem claro que o Espírito Santo possui inteligência.
Ele ensina e faz lembrar, Jo 14: 26 - Já no Antigo Testamento o Espírito cumpria a missão de ensinar, Ne 9: 20. Ninguém discorda de que Ele é mestre por excelência e nos faz lembrar de tudo o que Jesus ensinou.

EMOÇÃO
É a habilidade de sentir as coisas ou a propriedade do organismo vivo de perceber as modificações do meio externo ou interno e de reagir a elas de maneira adequada. Sensibilidade refere-se aos sentimentos, às emoções, etc. O Espírito Santo sente e reage, assim como nós, quando nos emocionamos. Vejamos:
Amor, Rm 15: 30 - É o sentimento que predispõe alguém a desejar o bem-estar de outrem.

VONTADE
Vontade é a capacidade de fazer escolhas e tomar decisões. O Espírito Santo tem vontade própria. Isto está evidenciado em suas atitudes, tanto no Antigo como no Novo Testamento:
No permitir ou impedir, At 16: 7 - O Espírito tem a direção da vida do crente. Todo aquele que é guiado por Ele deve estar pronto para fazer a sua vontade. Ele pode permitir, assim como impedir, aquilo que desejamos fazer.
MONARQUIANISMO, ARIANISMO, DENTRE OUTRAS SEITAS, DISCORDAM DESTA LINHA DE PENSAMENTO, A QUAL, COMO PODEMOS OBSERVAR É BÍBLICA!

terça-feira, 19 de maio de 2009


Vários da igreja de Corinto duvidavam da ressurreição de Cristo. Paulo então se sentiu obrigado a apregoar verdades que combatecem tamanho engano (1Co 15. 12-19). Como explicar um corpo que de repente, simplesmente, desaparece de um túmulo, onde seriam necessárias muitas pessoas para tirarem o cadáver de tal lugar? Se ele não ressuscitou, porque os guardas que o deixaram fugir não foram mortos? E, mais, o que levaria uma porção de homens e mulheres morrerem defendendo uma idéia que partira de uma mentira deles próprios?

Tais indagações são impossíveis de serem respondidas, a não ser concluindo que todos àqueles autores do engano eram loucos. Pois um guarda que deixava, mesmo sem querer, um fugitivo escapar era morto (At 16.27). As primeiras testemunhas da ressurreição de Cristo diziam vê-lo! Estas afirmações perduram até hoje sendo anunciadas por pessoas que creêm que Paulo, Pedro, João e outros realmente viram a Jesus, e este ressucitado. Pedro, por sinal, pediu para morrer de cabeça para baixo, pois iria ser crucificado. Ele afirmou que não era digno de morrer como Cristo morreu. Ou este homem que disse que viu a Cristo ressucitado, O viu de fato, ou era louco, a ponto de morrer devido a esta visão.

Que as palavras do próprio Senhor seja suficiente para nós jamais hesitarmos (Jo 20.26-29)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Em meio a vastidão de assuntos que a Teologia abrange, alguns se destacam por serem, aparentemente, controversos. Dentre estes quero destacar a "Tentação de Cristo". Mt 4. 1-11 fala sobre tal acontecimento, lá vemos Jesus sendo tentado por Satanás em três áreas. Acontece que Cristo, segundo as Escrituas, é Deus (Jo 10.10). Diante desta afirmativa surgem dois questionamentos bastante complexos: Ele poderia ter pecado? Deus pode ser tentado?
Observando Hb 4. 15 e Tg 1.13, fazemos algumas indagações concernente a dificuldade de se entender como tais passagens não se contradizem. O primeiro versiculo nos diz que Jesus foi tentado em todas as coisas; O segundo, por sua vez, diz que Deus não pode ser tentado. Se Jesus é Deus, como resolver esta aparente polêmica?
Alguns teólogos renomados explicam, mais ou menos, o seguinte: O Jesus homem poderia ser tentado, mas por ser Deus, não poderia pecar. Concordo, plenamente, com a segunda parte, porém, não tenho facilidade em aceitar a primeira. Por ser traducionista, creio que a natureza pecaminosa é gerada pelo pai, somente. Logo, se Cristo não teve um pai humano, também não nasceu com a tendência de pecar, pois não herdou esta caracteristica.
Estudarei um pouco mais, e tentarei escrever algo plausível aqui, neste blog!!!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Os Ebionitas dizem que Cristo nasceu de José e Maria, simplesmente! Nossa!!! Será que eles têm idéia do que estão falando? Bom, a Palavra de Deus diz que o Filho veio antes do casal ao menos contrair relações sexuais. Como pode um filho nascer sem ser fruto de uma relação sexual? Seria Ele um Deus por acaso?
Bem, respondo esta indagação da seguinte forma: ele realmente não foi gerado através da relação sexual, mas nem por isto dou razão a tamanha seita. Diferencio-me deles pela seguinte razão: alguém teria que ter feito o filho na mulher. Não obstante, respondo ainda este questionamento: Deus o fez através de uma atitude sobrenatural, a qual está descrita no inicio do Evangelho de Lucas.

SENDO UM TANTO QUANTO OTIMISTA: TALVEZ ELES LEVASSEM EM CONTA ESTE JARGÃO: Pai é o que cria... rsrsrsrs*