
Vários da igreja de Corinto duvidavam da ressurreição de Cristo. Paulo então se sentiu obrigado a apregoar verdades que combatecem tamanho engano (1Co 15. 12-19). Como explicar um corpo que de repente, simplesmente, desaparece de um túmulo, onde seriam necessárias muitas pessoas para tirarem o cadáver de tal lugar? Se ele não ressuscitou, porque os guardas que o deixaram fugir não foram mortos? E, mais, o que levaria uma porção de homens e mulheres morrerem defendendo uma idéia que partira de uma mentira deles próprios?
Tais indagações são impossíveis de serem respondidas, a não ser concluindo que todos àqueles autores do engano eram loucos. Pois um guarda que deixava, mesmo sem querer, um fugitivo escapar era morto (At 16.27). As primeiras testemunhas da ressurreição de Cristo diziam vê-lo! Estas afirmações perduram até hoje sendo anunciadas por pessoas que creêm que Paulo, Pedro, João e outros realmente viram a Jesus, e este ressucitado. Pedro, por sinal, pediu para morrer de cabeça para baixo, pois iria ser crucificado. Ele afirmou que não era digno de morrer como Cristo morreu. Ou este homem que disse que viu a Cristo ressucitado, O viu de fato, ou era louco, a ponto de morrer devido a esta visão.
Que as palavras do próprio Senhor seja suficiente para nós jamais hesitarmos (Jo 20.26-29)

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